domingo, 24 de março de 2024

Medo de parar de fingir que está tudo está bem

No palco da vida, um ator relutante,
Com um sorriso pintado, o medo é constante.
O público aplaude, mas não pode ver
A tempestade interna, o querer desaparecer.

Estou com medo de parar, de deixar cair a máscara,
De mostrar ao mundo, minha verdadeira casca.
O que vão pensar, o que vão dizer,
Se a cortina se abrir e o real eu aparecer?

Mas há beleza na verdade, na vulnerabilidade,
Na coragem de ser real, na pura humanidade.
Talvez seja hora de parar de fingir,
E abraçar a vida, com tudo a oferecer.

Porque no fim, todos temos medos,
Nossas lutas, nossas dores, nossos segredos.
E talvez, só talvez, ao parar de esconder,
Podemos curar, podemos crescer, podemos vencer."

Mas o medo de cair é um abismo sem fim,
E o ator tropeça, na escuridão ele se perdeu.
O sorriso desvanece, a máscara se quebra,
E o mundo vê não um herói, mas um homem que padece.

Estou com medo de parar, mas agora é tarde demais,
A cortina se fechou, o silêncio é mortal.
O público se foi, a solidão é minha companhia,
No palco vazio, ecoa o fim da minha fantasia.

Não há aplausos, nem luz, nem calor,
Apenas o frio da realidade, o peso do terror.
E assim termina a peça, não com um grito, mas um sussurro,
Um ator esquecido, um sonho desfeito, um futuro obscuro.

sábado, 4 de janeiro de 2020

A Menina Que se Esconde.



Onde está você menina que se esconde.
Esconde sua beleza
Esconde suas vontades
Seus encantos, suas grandezas
Se encolhe, finge que fraca
Mas e uma leoa por natureza
Delicada como uma flor
Sorrir com suntileza
Mas eu te vejo menina que se esconde
Vejo sua grandeza


terça-feira, 9 de junho de 2015

Sozinho outra vez



Por que me enche de esperança se não tem o interesse em aquecer meu coração?
por que me tira de minha ilha, no intuito de afundar meu barco?
Me afogaria quantas vezes fosse necessário se assim fosse para te fazer sorrir, porem sei que meu afogamento não simboliza nada, apenas a devassidão de minha torre de marfim.
Me afogo em meu próprio travesseiro, sonho simplesmente que não estou só, mais a realidade me mostra a verdade. A Verdade deste mundo cruel.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Caminho sem pegadas



Andar ao destino sem deixar marcas, sem raízes,  nunca sei se sou realmente amado, desejado.. Talvez seja meu destino desaparecer, sem deixar saudades, para aqueles que de mim tem afeto não sei quanto tempo resistirei em suas memórias, aqueles que tenho afeto jamais me esquecerei,  a eternidade deles a mim foi Confiada, mas é quanto a minha eternidade, talvez só vim ao mundo para nada mudar, a ninguém tocar, luto dia a dia com este destino cruel, pois quero ser lembrado, quero ser Amad..

sábado, 14 de março de 2015

Ter e não ter de verdade.





    Vejo sempre o seu sorriso, admiro você acada passo, sonho com os seus carinho e chego assentir o calor de suas mãos Sonho que a cada passo a seu lado, se torne uma eternidade. Mais sei que a cada dia, estar versão da realidade se torna mais impossível,

     A medida que você se torna cada vez mais distante, me sinto um menino perdido no tempo, que aguarda um sorriso involuntário para sorrir também, como um ser pedinte de esmola-sorrisos. Tentar esquecer? 

    Quem sabe. Só me diga como, pois você esta entranhada em meu ser, mais ver você sorrir, Me basta... 

    Já que e a unica coisa que posso ter de você, que ao menos isso posso ver.. 
    Que ao menos possa te ver na felicidade

sábado, 9 de agosto de 2014

Por que e tão difícil que saia de mim.





 Dizem que o tempo cura, esfria, descama, a calma a alma, falam toda alma que caminha se acostuma ao vale no deserto, comentasse que todo ser e adaptável, mutável vive na mais extrema situação.

Mais será que podemos viver sem o ar? No abismo frio simplesmente hibernei aguardando um toque, um sorriso, um olhar, forma que guardei como senha para o meu despertar mesmo hibernado certas noites sinto frio, sinto me perdido no vale a procura de ar.

domingo, 15 de junho de 2014

Perguntei..



Perguntei a terra o que ela esperava de mim
Sentindo o chão macio a grama passar entre meus dedo me fez correr
O tempo passou e não pude mais aguarda minhas pernas fraquejou
Tive que me recolher para me sentar.

Perguntei a sol o que ele esperava de mim
Suavemente aqueceu o meu rosto minha pele, fez meu coração aquecer
Mais o tempo passou o calor era intensos a pele ardia queimava
Não deu para suportar escondi me dele, para que assim não possame queimar.

Perguntei a chuva o que ela esperava de mim
Com chuvisco molhou meu cabelo meu corpo inteiro e me fez dança
Logo com meu corpo molhado treina de frio sem para
Então um abrigo tive que encontrar.

Perguntei ao vento o que ele esperava de mim
Suas brisa suaves veio me toca, me trazendo lembranças de um sorriso ausente
Logo sua intensidade mudou, sua força era tanta que me derrubou
Corri para casa, para ele não mais me derrubar.

Perguntei ao meu coração o que ele esperava de mim
Tive medo da resposta por isso preferi ignorar
Preferi seguir caminhado atento ignorando as palpitações
Assim nada poderia me machucar.